Colina Piraí
Família visitando a Colina Piraí

O que as famílias
contam sobre a Colina

São relatos de pessoas que passaram pela decisão de escolher uma residência — e que, com o tempo, foram encontrando respostas aqui.

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12+

anos de funcionamento

340+

famílias atendidas

4,8

média de satisfação

7 dias

de visitas por semana

Relatos das famílias

As histórias abaixo vêm de conversas reais — nem todas têm começo fácil, mas todas chegaram a um lugar mais tranquilo.

RF

Regina Figueiredo

Filha de morador — Juiz de Fora

Meu pai ficou no programa diário durante quase um ano. No começo ele resistia — achava que não precisava. Mas ao final da primeira semana já estava perguntando se podia voltar no dia seguinte. A nota que chega toda semana nos ajudou muito a entender como ele estava passando o dia.

Junho de 2025

CA

Carlos Andrade

Filho de moradora — São Paulo (visita frequente)

Moro em São Paulo e me preocupava muito com minha mãe aqui em Juiz de Fora. Depois que ela entrou na moradia permanente, passei a receber a carta mensal e a ligar com mais calma. A equipe atende o telefone quando preciso. Não é perfeito, mas é sério — e isso pesou muito na decisão.

Julho de 2025

MV

Márcia Vasconcelos

Neta de moradora — Juiz de Fora

Visito minha avó toda semana, às vezes duas vezes. Nunca precisei avisar com antecedência. Ela está animada com o grupo do jardim — coisa que ela não fazia em casa porque achava que precisava de muito espaço. A mesa de culinária também agradou, ela adora cozinhar.

Julho de 2025

PL

Pedro Loureiro

Filho de morador — Belo Horizonte

Quando precisamos de uma estadia de vinte noites por causa de uma viagem, ficamos apreensivos. Mas o processo foi simples — preenchemos o perfil do meu pai antes, ele chegou, e a equipe já sabia dos hábitos dele. Quando voltamos, ele estava bem e tinha feito amizade com um dos funcionários.

Junho de 2025

ST

Sônia Torres

Irmã de moradora — Juiz de Fora

O que mais me surpreendeu foi não precisar marcar visita. Passo na hora do almoço às vezes só para tomar um café com minha irmã. A casa tem um ritmo próprio que ela acabou adotando — e percebo que isso faz bem a ela. A carta mensal é uma atenção que não esperava.

Julho de 2025

JN

José Nunes

Filho de moradora — Rio de Janeiro

Minha mãe tem restrição alimentar e isso sempre complicou as coisas. Desde o primeiro dia o cardápio dela foi adaptado sem que eu precisasse lembar toda semana. A nutricionista da casa conhece a situação dela e o almoço que serve está dentro do que ela pode comer. Para nós, esse detalhe foi decisivo.

Junho de 2025

Histórias um pouco mais longas

Três percursos que mostram como a entrada na Colina costuma acontecer na prática.

Da resistência ao programa diurno à moradia permanente

A situação inicial

Uma moradora de 78 anos ficava em casa enquanto a filha trabalhava. Não queria frequentar centros comunitários, mas a filha precisava de apoio durante o dia.

O que aconteceu

Começou pelo programa diurno três dias por semana. A mesa de culinária foi o ponto de virada — ela é cozinheira de mão cheia e passou a participar da preparação do almoço.

Depois de dez meses

A família optou pela moradia permanente quando a filha foi transferida de cidade. A mudança foi feita com calma, e a moradora já conhecia toda a equipe.

"Ela foi de 'não quero saber de nada' para 'vou para a Colina' em três semanas. Não sei o que aconteceu lá dentro, mas funcionou." — Filha da moradora

Uma viagem de duas semanas que precisou de apoio

A situação inicial

Um casal precisava viajar para fora do país por quinze dias e não tinha com quem deixar o pai, que mora sozinho e tem mobilidade limitada.

O que aconteceu

Contrataram a estadia de vinte noites. O pai preencheu o perfil de preferências com a família antes de chegar. A equipe adaptou o quarto e a rotina conforme as informações.

O resultado

O pai ficou bem durante toda a estadia, participou das atividades e pediu para os filhos considerarem a possibilidade de voltar. A família está avaliando.

"Ligamos da Europa duas vezes. As duas vezes o telefone foi atendido e nos passaram notícias com calma. Isso nos deu tranquilidade." — Filho do morador

Quer conversar com quem já conhece a casa?

A equipe pode conectar famílias interessadas com quem já passou pela decisão — informalmente, sem compromisso.

Entre em contato

+55 32 3216-8470

[email protected]

Rua São José, 1145 — Centro, Juiz de Fora / MG

Segunda a sexta: 8h às 18h  |  Sábados: 9h às 13h
Visitas à casa: todos os dias, 9h às 20h

Visita sem marcação

A casa recebe visitas de famílias todos os dias das 9h às 20h. Não é preciso ligar antes. Se preferir, ligue e a equipe explica o caminho.

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A melhor forma de conhecer é visitar

Todos os dias das 9h às 20h. Sem agendamento, sem compromisso.

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